segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

DISCOVERY COVE - the best of Orlando.... (10/10)

Começo a postagem de hoje com uma pergunta que ouvi pela primeira vez da minha amiga Karina (não vamos entrar o mérito da questão ok, é incomparável uma coisa com a outra... apenas avaliem a pergunta).E ela é simplesmente verdadeira.

E POR QUANTAS VEZES NA SUA VIDA, A IGNORÂNCIA FOI FELICIDADE??

Essa frase resume bem a minha relação com esse parque.

Em tempos como os de hoje, onde a proteção aos animais está cada vez mais presente o famoso "Nado com Golfinhos" está cada vez mais mal visto.

Eu já havia ouvido falar sobre isso e até poderia ter lido uma matéria muito completa que tive acesso. Mas confesso aqui que não tive coragem de ler.

Antes, muito antes de surgirem na mídia essas notícias eu já me encantava com a ideia de ter contato com esse animal. Sem conseguir enxergar nenhuma maldade ou qualquer coisa que pudesse ser prejudicial, desde 2010 que isso se tornou quase que um "sonho" para mim.

Não sei exatamente a razão do meu encanto por eles, até por que, nem sou muito fã do mar. Mas acho que a doçura me encanta e confesso que eu preferi a ignorância para poder manter a minha felicidade em finalmente ter essa oportunidade. Egoísta né... eu sei. Não me orgulho disso.

Agora que já passou vou contar como foi o nosso dia. Tivemos que pular cedinho da cama pois o nado funciona por ordem de chegada.



E a preguiça do folgado??


Você entra no parque como se fosse fazer o check in em um hotel e lá na entrada eles agendam o horário do seu nado.

O ingresso inclui 30 minutos de interação com golfinho, acesso ilimitado para nadar nas áreas de mergulho e no aviário. As refeições, incluindo café da manhã, almoço e todos os lanches e bebidas também fazem parte no sistema all inclusive. Equipamentos de snorkel, coletes, toalhas, armários, espreguiçadeiras, protetor solar próprio para o contato com animais, shampoo, condicionador, sabonete.... tudo tudo já faz parte do pacote.

Chegamos 7:45h com Douglas, Andrea, Vitor e Zezinha e já agendamos nossos nados. Andrea e Douglas às 10:30h e eu e Paulo 11:25h.





Ao entrar no parque fomos primeiro tomar café. Aliás... algo no nível de um hotel 5 estrelas. Delicioso e cheio de opções. Mas a gente não queria perder muito tempo comendo né.

Nos trocamos, passamos bastante protetor e fomos mergulhar com as arraias. A sensação é bem estranha. Aquele animal é um monstro de grande e não dá para acreditar que vai passar ali ao nosso lado de boa.

Eram muitas... tinham arraias por todos os lados. Com snorkel dava para ver direitinho. Caio ficou conosco, mas a gente revezava quem cuidava dele e quem ia fazer os mergulhos.







Ficamos por ali até a hora do primeiro nado. Fomos com eles para tentar bater algumas fotos.

Andrea e Douglas foram se preparar e ouvir as instruções e nós ficamos com a Dna Zezinha olhando os meninos.
Os meninos ficaram muito lindos com a roupa de borracha né!


A super vovó Dna. Zezinha, com toda paciência do mundo, deu conta dos dois vendavais.

Queria entender esse sorriso de lado dele.



Foi muito legal, mas fiquei muito longe deles e não consegui fotografar direito. Antes mesmo de terminar o nado deles eu e Paulo já fomos nos preparar.

Caio ficou com a Dna Zezinha. Logo chegou nossa vez.

Eu estava super ansiosa. A treinadora fala onde podemos encostar e quais as partes mais sensíveis do animal. Ensina alguns comandos.

O animal é super dócil. Por diversas vezes ele vai passando na nossa frente, bem encostadinho na nossa barriga e podemos fazer carinho. A pele parece uma borracha.

O animal que nadou conosco era uma fêmea e já era bisavó. Segundo a treinadora, em cativeiro eles vivem cerca de 50 anos (mas confesso que nunca fui me aprofundar no assunto).

Depois de acarinhar bastante nós também podemos dar um peixinho na boca deles e então vem o nado.

Eu e Paulo preferimos o nado em águas mais profundas. Não é longo, são apenas alguns metros mas que deixam memórias eternas.

Batemos as tradicionais fotos (que depois são vendidas por uma pequena fortuna, mas que você compra, afinal, quem não quer a lembrança de um momento tão especial?). Ao final a treinadora deixou pegar o Caio para vir junto e bater uma foto de família. Ele não pode fazer o nado, apenas crianças maiores de 6 anos podem.








E assim, como num passe de mágica a experiência mais esperada de toda a viagem terminou.

Talvez eu não volte mais, mas confesso que adorei. Mais até... eu amei.













Tudo isso levou algum tempo e quando terminou estavam todos com fome. Aliás, todos mesmo... todos os que estavam no parque. O restaurante estava lotado.

Caio já estava me dizendo que tinha fome e sono, então só troquei a roupa dele e encarei a fila para pegar comida.

Peguei comida para mim e para ele enquanto Paulo cuidava. Depois Paulo foi para fila com Douglas.

A variedade de comida é incrível. Algumas opções de menu Kids, pratos com massas, salmão, carnes. Tinha também os famosos hambúrgueres e muita salada, sobremesas, frutas... ou seja, opções para todos os gostos.

Peguei salmão para o Caio mas já sabia que com sono ele não comeria bem.Consegui dar apenas alguns pedaços do peixe para ele. Mas ele já estava bem chatinho de sono e resolvi mudar a estratégia.Dei uma mamadeira e ele capotou em seguida.

Acredito que ele estava bem cansado, dormiu por muito tempo.



Consegui terminar de almoçar em paz depois que ele dormiu.

Fomos conhecer o aviário logo após o almoço. Na verdade só o Douglas estava interessado no aviário, mas como ninguém entraria na água depois de comer, fomos até lá... e a surpresa foi muito grata.

São muitos pássaros diferentes. Lindos. Dóceis.

Logo na entrada tem uma funcionária do parque que te dá um potinho com ração e frutas picadas. Basta levantar um braço que os pássaros já pousam na sua mão para comer.




Caio continuava capotado e o Vitor resistindo bravamente!!



Foi super legal. Aliás, o Discovery Cove é um parque lindo e super arborizado. 

Quando saímos do aviário o pessoal queria ir em uma piscina de água mais quentinha, com correnteza, que dava uma grande volta no parque.

Como o Caio ainda estava dormindo nós pegamos uma mesa na sombra, ao lado de um dos pontos de lanche do parque e bem pertinho da piscina.

Primeiro um lanchinho para não perder o costume (já estava todo mundo comentos pelos olhos). Na verdade tinha umas batidinhas frozen que animou nossa tarde.

Eu fiquei por ali com as crianças e o resto do povo foi para piscina. O pessoal se deixou levar pela correnteza e a cada pouco aparecia um.

Disseram que o passeio era muito legal e divertido. Eu dei umas escapadas para bater umas fotos mas voltei para o meu posto.




Logo as crianças acordaram e o Paulo ficou insistindo para gente voltar para piscina com ele. Coloquei biquíni novamente, vesti a sunguinha no Caio e caímos na água mais uma vez.

Já não havia muito tempo para diversão, pois o parque fecha cedo, mas ainda deu para relaxar mais um pouco.





 Fizemos a piscina com correnteza com Caio e ele adorou. A volta é enorme e para entrar na parte do aviário temos que atravessar uma cachoeira. 

Ele demonstrou algum medo, mas assim que mergulhava e passava pelo desafio já ficava todo orgulhoso dele mesmo.

Enquanto a gente dava a nossa volta o Vitor ficou brincando e se divertindo muito com a vovó dele. Dna Zezinha, assim como a minha mãe, é uma avó de primeira linha... daquelas que coloca o neto acima de tudo e de todos. O olhar dela transborda amor e é até bonito de ver essa relação.








Assim que o passeio chegou ao fim o parque já estava fechando. Fomos para o banheiro tomar banho, dar banho nas crianças e colocar roupas secas.

É claro que com toda aquela gente a coisa fica um pouco enrolada, mas ainda assim muito divertida.

Com todos de banho tomado fomos buscar nossas fotos... No desenrolar dos pagamentos e retiradas Caio me surpreende com uma grande demonstração de carinho pelo amigo Vitor.

Nossos lindos... o meu e o da minha amiga Andrea... o do papai Paulo e o do papai Douglas

Essa imagem acalma o coração... pais amigos, mães amigas, filhos amigos, desde a barriga!

Falo isso com alívio no coração. Por algumas vezes Caio me deu algum trabalho em relação ao Vitor e sem razão alguma. Esse abraço representa muita coisa.

Em seguida fomos embora. Discovery Cove vai deixar muita saudade. Foi o parque que chegamos mais cedo, passamos um dia agradável e fomos embora com a sensação de descanso.

Exatamente isso... um dia inteiro nesse parque e parece que tudo que fizemos foi relaxar e descansar.... O dia seguinte poderia ser o que fosse, teríamos fôlego e pernas de sobra.

Voltamos para o nosso hotel com coração leve e cheios de histórias para contar.

Jana, Marcelo e Letícia tiraram o dia para descansar assim como Milena, Flávio e as meninas. O restante do pessoal resolveu conhecer Epcot.

Passamos o resto da noite no hotel, em reunião com os amigos, conversando, comendo e tomando cerveja.

A Jana e o Marcelo, como passaram o dia todo no hotel, resolveram sair para jantar no Cheesecake Factory com Andrea e Douglas.

Como o Vitor ficou dormindo com a avó no hotel, eu e a Milena nos oferecemos para ela deixar a Letícia conosco. Ela perguntou para a Letícia e ela confirmou que queria continuar ali, brincando com as crianças.

Acho que a Jana foi um pouco insegura, mas a Letícia adorou a baguncinha com os amigos. Fizemos alguns vídeos para mandar para Jana e mostrar o quanto ela estava sofrendo.

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Foi todo mundo dormir, inclusive o Caio que aquele dia resolveu dormir com a vovó... a Letícia ficou comigo e com Paulo no quarto até a Jana e o Marcelo voltarem e ficou muito bem.

Ela adorou ficar com a titia e eu adorei cuidar daquela menininha meiga que eu tanto amo.

Quando a Jana chegou fomos dormir... o dia seguinte seria muito divertido!!

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O QUE MAIS CURTIMOS: realmente um dia fácil de classificar... foi unânime o nado com golfinho. De minha parte foi o melhor de toda viagem... mesmo para mim, que não sou lá muito chegada em piscinas, achei o dia maravilhoso. O lugar e lindo, paisagismo fenomenal, tudo limpo e funcionando como só os americanos conseguem.
IMPRESSÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DO CAIO: esse foi um dia que me Caio me deu um pouco de trabalho. Não digo em relação a viagem, mas o comportamento em relação ao Vitor foi bem tenso. Precisei dar umas ameaçadas básicas sabe... "Se você brigar com Vitor quem vai ficar de castigo é você... é você que vai sair da piscina enquanto ele brinca na água".... Enfim, como não sou acostumada a lidar com esse tipo de comportamento que ele apresentou e que eu até considerei um pouco maldoso, ficava com a cara no chão... morta de vergonha...Mas como precisamos aprender a lidar com todas as situações, fiz meu melhor... ele melhorou depois.







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